O que é  marketplace

e como ele facilita a venda 
de seus produtos_

Marketplace: conheça o canal que permite cadastrar sua loja dentro de outra loja virtual_


Alguns e-commerces recebem centenas de milhões de visitas por mês. Sites como a Americanas, Submarino e Shoptime são um exemplo disso. Ao longo de 2019, foram 200 milhões de visitantes e 1,2 bilhão de pageviews por mês nestes endereços.


Agora, já imaginou se um pequeno comerciante pudesse utilizar a estrutura de sites como esses para começar a expor e vender seus próprios produtos para todas as pessoas que os acessam? Pois no marketplace, ele pode.

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1.1.

O que significa marketplace?_

 

 

O conceito de marketplace é muito simples de ser explicado: uma grande loja virtual permite que diferentes lojistas virem seus parceiros de vendas. De um lado, o e-commerce oferece toda a plataforma de vendas e influência de uma marca consolidada. Do outro, o lojista pode utilizar uma estrutura pronta de vendas para atrair o consumidor e gerar negócios para si próprio.

 

Existem marketplaces para a oferta de produtos novos e usados e até serviços. Alguns sites permitem a venda apenas para o consumidor final, no varejo; e outros permitem a venda para CNPJs, no atacado. 

 
 

Marketplace: um mercado gigantesco na internet_

 

O termo marketplace se refere à atividade de compra e venda de produtos. Ex: Nós temos que testar nossas estratégias no marketplace (Collins Dictionary).

 

O marketplace é uma rede de vendedores dentro de um mesmo site. Ele funciona como um shopping center pela internet, onde vários lojistas, das mais diferentes categorias, podem utilizar um espaço relevante e muito frequentado para vender seus produtos.

 

Ao invés de pagar pelo aluguel de um espaço físico, o varejista paga uma comissão sobre pedidos aprovados. Assim, o cliente do marketplace consegue encontrar uma grande variedade de produtos e categorias no mesmo lugar. Ele pode comprar produtos de segmentos distintos, e de diferentes lojistas e adquirir tudo em um único carrinho, em uma loja que ele já conhece e confia, efetuando um só pagamento.

 
 
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Mais de 12.000 empreendedores já recebem conteúdos sobre vendas online por e-mail_

 

 
Faça parte dessa lista você também!

Ele não para de crescer_

 

O marketplace é um modelo de negócio que está crescendo no país e no mundo. Em 2019, 95% dos brasileiros que compram online já utilizaram sites desse tipo para adquirir um produto (UPS Pulse of the Online Shopper, 2019).

 

Dos consumidores que já fizeram pedidos de produtos de lojistas no marketplace, 90,7% deles afirma que a experiência de compra nestes canais foi “boa” ou “ótima”, ressaltando a precisão do produto recebido – de acordo com o anúncio do site – e o prazo de entrega rápido como fatores positivos. Em contrapartida, atrasos e fretes altos foram fatores apontados por quem não gostou da experiência de compra nestes canais – o que são pontos de melhoria para as lojas parceiras levarem em conta.

 

Já na hora de escolher o canal onde comprar, o consumidor pesa fatores como: preço, confiança na marca do marketplace, já ser cliente da loja, o site e lojistas emitirem nota fiscal, além do site ter loja física (Ebit, 2019).

 

A Americanas é o marketplace de venda de produtos novos mais usado pelo brasileiro, ainda segundo os dados do Ebit. Entre os entrevistados, 79% deles afirmou ter utilizado este site para comprar online. Em seguida, aparece o Mercado Livre, com 74%, Magazine Luiza, com 57%, Submarino com 49% e Netshoes com 48%.

 

Faturamento do
e-commerce no Brasil_ 

É do Brasil_

 
Veja a lista com os principais marketplaces 100% nacionais*:

* Lista com alguns dos principais marketplaces com sede no Brasil. Não inclui canais de venda de itens usados.

 

Como funciona o marketplace_

 

O marketplace funciona em um modelo de parceria, iniciada após o cadastro, análise de dados e a aprovação do lojista parceiro.

 

Não é preciso pagar taxas de configuração e nem mensalidades para começar. Mas, para aumentar a credibilidade e chances de crescimento da loja, muitos canais solicitam que os vendedores estejam com o negócio regularizado, com um CNPJ apropriado para vender no varejo e emitindo notas fiscais.

 

Apesar disso, os requisitos são simples e um CNPJ de microempreendedor (MEI) já é o suficiente para começar as vendas.Com os requisitos ok, o varejista se cadastra para começar a vender. Suas informações serão analisadas e, em seguida, ele recebe uma resposta sobre a aprovação para início da parceria.

 

O lojista aprovado no pré-cadastro precisará configurar sua loja dentro do marketplace, colocando logotipo e informações sobre a empresa. Depois terá que subir os dados de seus produtos no site, fazendo o cadastro individual ou massivo (por planilha ou integração de plataformas de e-commerce ou ERPs compatíveis).

 

Os produtos cadastrados passam por um processo de aprovação e depois começam a ser vendidos nos sites de marketplace. Quando o cliente faz um pedido e esse pedido é aprovado, o canal cobra uma comissão sobre esse valor.

 

Daí pra frente, os lojistas precisam acompanhar todos os pedidos dos sites, empacotar os pedidos, gerar e afixar a etiqueta com dados dos clientes, além da nota fiscal e depois enviar o pedido do cliente. Alguns canais podem oferecer facilidades logísticas para seus parceiros permitindo que eles levem o produto a uma agência conveniada Correios ou outros e o próprio canal segue com o processo de entrega até o cliente.

 
 
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Quem faz o que no marketplace_

1 – O marketplace faz vários investimentos em marketing, como ads em buscadores, redes sociais, disparo de e-mails e etc. Apesar disso, os parceiros também podem investir em marketing nesta plataforma de vendas para que seus produtos ganhem mais visibilidade dentro do próprio site.

 

 

2 – Em algumas plataformas, o envio do pedido é compartilhado entre o lojista e o marketplace. Nestes casos, o lojista pode postar o item em uma agência de transporte conveniada ao canal e depois, o marketplace leva o produto até a casa do cliente.

 

 

3 – O atendimento ao cliente SAC pode ser compartilhado entre o lojista e o marketplace. Os primeiros chamados caem para o parceiro e, em alguns casos, podem ser repassados e intermediados pelos marketplaces. 

Como são as vendas no marketplace?_

O lojista precisa fazer um pré-cadastro com seus dados no marketplace. Depois, ele recebe um e-mail sobre a aprovação e pode começar a configurar sua loja virtual e cadastrar produtos.


Quando recebe um pedido, é necessário acompanhar e atualizar o status de envio para que o cliente saiba o andamento da entrega.


E, por falar em entrega, esse é um ponto de atenção para os lojistas, que precisam separar o produto, embalar a mercadoria e postar o pedido. Em alguns canais, como o B2W Marketplace, por exemplo, é possível contar com auxílio logístico para essa etapa. Ao vender itens leves, por exemplo, o varejista pode postar o item em uma agência parceira (Correios) e o marketplace se encarrega de coletar e entregar o item para o cliente. 


Fora isso, os canais podem oferecer facilidades logísticas para quem deseja vender e entregar pedidos exclusivamente para um raio próximo de suas lojas e até fulfillment, ou seja, quando o marketplace estoca os produtos do lojista e gerencia a entrada de pedidos, entrega e pós-venda.


Com tudo entregue, o marketplace desconta a comissão e paga o lojista. 

Por que vale a pena_

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O produto aparece muito mais, são milhares de acessos ao mesmo tempo. Já aconteceu da gente anunciar um produto às 8h da manhã e à tarde ter 10 vendidos, 5.

Henrique Cândido, lojista do B2W Marketplace

O marketplace oferece vantagens aos lojistas em muitos sentidos, e, por isso, esse modelo de vendas vem sendo procurado por negócios de todos os tamanhos:


Grandes empresas – o canal ajuda a fixar a marca entre clientes qualificados, aumentar a disponibilidade do produto em sites importantes para os consumidores e ampliar a geração de receita.


Pequenos negócios – os marketplaces oferecem uma oportunidade de vender na internet, para uma base qualificada de cliente, a um custo e desafios menores que o de um e-commerce.

Além disso, aqui estão algumas vantagens que têm atraído muitos lojistas a vender no marketplace:


Audiência e credibilidade: 

Em geral os maiores marketplaces possuem uma vasta audiência e clientes fiéis, que confiam muito nas marcas. Por isso, as lojas se beneficiam dessa reputação conseguindo atrair atenção desses consumidores qualificados;

 

Oportunidade de vendas: 

Os marketplaces são boas oportunidades de gerar mais vendas para lojas de todos os tamanhos. Como os sites são muito acessados e há alta demanda dentro deles, é fácil que alguns destes pedidos se direcionem para as lojas parceiras;


Maturidade da plataforma: 

O marketplace é uma plataforma de vendas muito madura, com meios de pagamento diferenciados, alto investimento em segurança, tecnologia e marketing. Por isso, os parceiros podem conectar seus produtos rapidamente e já começar a vender;


Custo x Retorno: 

Outra vantagem dos marketplaces é que o investimento é baixo e relacionado ao retorno em pedidos aprovados. Por isso, há um risco menor (e mais barato) do que se investir em uma plataforma de e-commerce própria que exigiria testes, ajustes e um bom investimento em marketing até ser reconhecida pelos clientes;

Auxílio na operação e vendas

Alguns canais de marketplaces podem oferecer outras facilidades para além da plataforma. Logística de entrega e fulfillment, integração com ERP e plataformas de e-commerce, possibilidade de criar anúncios patrocinados dentro da plataforma, crédito para investir no negócio ou mesmo auxílio na produção de anúncios mais vendedores;

Possibilidade de crescimento

Alguns canais ainda oferecem treinamentos para os lojistas não apenas aprenderem a usar as plataformas de marketplace, mas também receberem dicas para serem mais competitivos e se desenvolverem. Como as dicas são de especialistas nos temas, isso ajuda bastante as lojas a estruturarem suas operações e crescerem.


Conheça a história de quem já vende nos marketplaces_

 

Confira mais histórias como essa na série Conexões

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Qual o custo para 

vender no marketplace?_

 

 

Cada marketplace tem um modelo de cobrança, mas em geral, a maioria dos canais não costuma cobrar taxas de cadastro e mensalidade e sim uma comissão sobre pedidos aprovados por meio de suas plataformas.

 

Isto é, se um pedido for aprovado no site e o valor da compra (preço + frete) totalizar R$100, o marketplace cobra uma parte desse valor. A taxa varia de canal para canal, mas gira em torno de 16%. Portanto, nessa simulação de venda, o canal ficaria com R$16 e o lojista com R$84.

 

É preciso conhecer muito bem as taxas cobradas pelo marketplace para precificar corretamente seu produto, já que a estratégia de preço é fundamental para manter a saúde e lucratividade do negócio.

Dica: para precificar seu produto nos marketplaces, esqueça os preços definidos em sua loja física ou e-commerce. Comece a fazer essa conta do zero: quanto gastou para comprar o item, para armazenar em seu estoque, com salários de sua equipe dedicada à operação no marketplace e despesas gerais do escritório e negócio. Assim você consegue entender seu custo de venda neste canal. Depois, considere a margem de lucro que espera receber com a venda e, claro, adicione a comissão de venda. 

Custos de investimentos: e-commerce próprio x marketplace_

 
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Quem pode 

vender no marketplace?_

 

Existem muitos tipos de marketplaces, incluindo alguns onde qualquer pessoa pode vender como pessoa física e para pessoas físicas. Por outro lado, alguns canais estão cada vez mais atentos a necessidade de que seus parceiros já iniciem as vendas com os mínimos passos de regularização do negócio para que possam crescer e se desenvolver.

 

Em canais focados na venda de itens novos, é preciso ter um CNPJ de microempreendedor (MEI) ou superior para começar as vendas. As empresas precisam estar enquadradas em uma modalidade que permita a venda no varejo, o que significa que fabricantes e distribuidores podem sim aproveitar a plataforma, mas precisam antes fazer esse ajuste no perfil do negócio.

 

Ao lado estão os principais perfis de negócio para as empresas que pretendem vender profissionalmente nos marketplaces.

 

Podem vender: 

  • Varejistas (com ou sem e-commerce) 
  • Indústrias 
  • Distribuidoras

 

Já no ramo de serviços, é preciso que os prestadores cadastrados em marketplaces desse tipo tenham negócios adequados a este perfil.

 
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Requisitos para vender nos marketplaces_

 

Para vender profissionalmente nos marketplaces, estes são os principais requisitos para o lojista se cadastrar como parceiro: 

 

CNPJ – MEI

ou superior – ativo

e sem restrições

CNAE
de varejista

 

Emitir

nota fiscal

Capital social 

igual ou superior 

a R$1 mil

 

Conta corrente

 vinculada ao CNPJ

 

Comece a vender_

 

Transformar o nosso negócio em seu negócio é muito simples com o B2W Marketplace, a plataforma que conecta você aos principais e-commerces do país.


A Americanas, o Submarino e o Shoptime são lojas virtuais que fazem parte do B2W Marketplace, e ao se tornar nosso parceiro, você pode oferecer produtos para os clientes que já compram aqui e aproveitar toda a visibilidade dos nossos sites para vender seus itens. 

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Por que sua loja precisa estar aqui_

 

Nossas marcas são líderes em comércio eletrônico na América Latina. Recebemos 2,4 bilhões de visitas por ano e temos 16 milhões de clientes ativos.

 

Vantagens de vender
seus produtos
com a gente_

 

• Sem investimento inicial

• Possibilidade de crescer e escalar seu negócio

• Comissão apenas sobre as vendas

• Treinamentos e materiais especiais para te ajudar a evoluir.

 

Quem 

pode

vender_

 

• MEI e Microempresa

• Pequenas e médias empresas

• Fabricantes

• Distribuidores

• Lojas físicas e virtuais


Comece com 3 passos simples_

Cadastre sua loja e aguarde aprovação em até 24 horas.

Anuncie todos os seus produtos nas nossas lojas.

Receba os seus primeiros pedidos dos clientes.

Precisa saber mais?_

 
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