O que é e-commerce e como começar um?

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e-commerce - capa - como criar um

E-commerce: saiba como iniciar suas vendas online com uma loja virtual própria ou de terceiros

Para quem ainda não sabe o que é e-commerce, este é um modelo que possibilita que transações comerciais – isto é, a compra e venda de produtos e serviços – sejam feitas pela internet. Funciona assim: o cliente acessa a loja virtual a qualquer hora e de onde estiver, pelo computador, celular ou tablet, escolhe os produtos, finaliza a compra e recebe o pedido no endereço desejado.

O e-commerce traz muitas oportunidades para lojas e empresas que busquem conquistar novos clientes, aumentar as vendas e ganhar visibilidade. Isso porque o empreendedor que vende online expõe sua marca e produtos para compradores de todo o país, não se limitando a quem passa por sua loja física, e porque cada vez mais pessoas optam por comprar pela internet, motivadas pela comodidade e conveniência de fazer o pedido em poucos cliques e recebê-lo onde preferirem.

O que é possível vender em um e-commerce? Hoje em dia, praticamente todo tipo de produto é vendido pela internet, de eletrônicos e roupas a alimentos, bebidas e móveis. É por isso que lojistas de todos os tamanhos e segmentos apostam no e-commerce próprio, ou no de terceiros, num modelo conhecido como “marketplace”, para alavancar resultados, expandir a base de clientes e vender cada vez mais.

O e-commerce traz benefícios para quem vende e para quem compra. Neste post, você conhecerá todos eles, os diferentes canais digitais de venda e as características que tornam este modelo tão vantajoso!

Afinal, o que é e-commerce?

A definição do dicionário diz tudo: e-commerce – abreviação em inglês para “electronic commerce”, ou seja, “comércio eletrônico” – é um modelo que possibilita a compra e venda de bens e serviços pela internet, por meio de um dispositivo como celular, computador ou tablet.

O e-commerce funciona como uma loja virtual, através da qual o empreendedor anunciará e venderá seus produtos para clientes de todo o país. Na prática, o primeiro passo é colocar a loja no ar, com sua identidade visual e toda a infraestrutura necessária para a operação, como a implementação de serviços de segurança e meios de pagamento, listando os produtos disponíveis no seu estoque.

Depois, é hora de receber pedidos: o cliente acessa sua loja, adiciona os produtos ao carrinho e finaliza a transação. Você deve estar atento a esta etapa, porque, depois dela, vem a hora de preparar e enviar os itens ao endereço apontado pelo consumidor no momento da compra.

Você pode vender seus produtos em uma loja própria ou em um marketplace, que é como um grande shopping center virtual. Grandes varejistas permitem que lojistas parceiros anunciem e vendam seus produtos em seus sites. A Americanas, por exemplo, é, ao mesmo tempo, um e-commerce e um marketplace.

O e-commerce não para de crescer

No Brasil e no mundo, o comportamento do consumidor evoluiu, fazendo com que o mercado de e-commerce cresça cada vez mais. Segundo Rodrigo Chamorro, líder de Insights para Varejo do Google, o número de novos consumidores adeptos do e-commerce cresce a 40% ao ano. Dados trazidos pela gigante das buscas apontam que, só nos primeiros meses de 2020, os meios digitais receberam 7,3 milhões de novos clientes e quem já era adepto passou a comprar mais. 54% dos consumidores aumentaram a frequência das compras online, enquanto 38% passaram a comprar itens que costumavam adquirir pessoalmente.

Surge um novo perfil de clientes, os “digitais por opção”. É um grupo formado por mais de 1/3 dos consumidores que, mesmo após a reabertura das lojas físicas, seguem e seguirão usando o digital como canal principal. 44% acreditam que não há motivo para comprar algo em uma loja física quando podem comprar online, enquanto 56% gostam de pesquisar e descobrir novos itens online em vez de passear por uma loja física.

A 42ª edição do Webshoppers, relatório sobre e-commerce elaborado pela Ebit|Nielsen, endossa: o comércio eletrônico nacional registrou recorde de crescimento no faturamento e no volume de vendas no primeiro semestre de 2020. O faturamento cresceu 47%, maior alta em 20 anos, impulsionado pelo salto de 39% no número de pedidos, e as vendas subiram 47%.

Um estudo do Movimento Compre&Confie em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM) aponta que o faturamento do e-commerce brasileiro cresceu 56,8% nos primeiros oito meses de 2020, chegando a R$ 41,92 bilhões. Só no primeiro semestre, o número de transações aumentou 65,7%, passando de 63,4 bilhões para 105,6 bilhões.

Os números evidenciam a mudança de comportamento do consumidor, que compra cada vez mais pela internet, e deixam claro: o e-commerce veio para ficar.

Quais são os maiores e-commerces do Brasil? 

Existem e-commerces para todos os nichos, necessidades e perfis de consumidores. O Submarino, por exemplo, é referência entre o público jovem, se destacando na venda de livros, eletrônicos e itens do universo “geek”. A Americanas, a maior loja da internet, vende uma enorme seleção de produtos, funcionalidades e serviços.

Existem alguns tipos de e-commerce: o mais popular é o modelo B2C (business to consumer), em que as transações são realizadas entre a loja e os consumidores finais, como vimos nos exemplos do Submarino e da Americanas. Outros grandes e-commerces que operam no modelo B2C são o Shoptime, a MadeiraMadeira, a Centauro e a Petz.

Dois outros modelos são o B2B (business to business), em que lojas como a Americanas Empresas vendem para CPNJs, ou seja, para negócios, comércios, companhias e outras marcas, e o C2C (consumer to consumer), que possibilita que clientes vendam para clientes, por meio de redes sociais ou por intermédio de sites como o Ebay e o Enjoei.

Como funciona o e-commerce próprio? 

Um e-commerce próprio é aquele em que o lojista vende seus itens em um site só dele. Pode ser adicional à loja física ou seu único canal de vendas.

Abrir um e-commerce próprio traz muitos benefícios, por ser mais econômico do que manter uma loja física e permitir a venda para mais clientes, de todos os lugares, mas quem busca começar a vender pela internet precisa seguir e se atentar a alguns passos.

1.    Decida em qual segmento irá atuar. É a partir dessa definição que você escolherá os produtos a vender e os fornecedores a contratar.

2.    Depois, é hora de escolher a plataforma para colocar a sua loja no ar.

3.    Invista em segurança…a sua e a do seu cliente! Implemente soluções antifraude, que auditem os pedidos efetuados e que ofereçam uma experiência segura para quem compra com você.

4.    Agora, é só vender! Com os produtos no ar, soluções de pagamento e segurança implementadas, você vai começar a receber pedidos.

5.    Vendeu? É hora de preparar o pedido para envio. Capriche na embalagem e despache-o com agilidade!

6.    Chegou! O recebimento do produto é o auge da experiência do cliente, porque quem compra online espera ansioso pelo pedido.

7.    O pós-venda é tão importante quanto as etapas anteriores. Entre em contato com o cliente, pergunte se o pedido chegou em bom estado e se ele está satisfeito com a compra. Essas atitudes ajudam a fidelizar o consumidor!

 Apostar em um marketplace pode ser vantajoso: ao anunciar e vender seus produtos em uma grande loja virtual como a Americanas, por exemplo, você pula alguns dos passos acima e divide responsabilidades com ela, porque passa a contar com seus serviços de auditoria antifraude, entrega e logística, além de oferecer meios de pagamento diferenciados e economizar com a hospedagem e segurança do seu site, entre outros custos.

Quando vale a pena vender no e-commerce?

Vender no e-commerce traz muitos benefícios:

  • Sua loja fica aberta 24h por dia, sete dias por semana;
  • Você pode conquistar clientes de todo o Brasil, e não só na sua região;
  • Investimento inicial e custos inferiores aos de uma loja física;

Porém, o modelo de e-commerce é ideal para lojistas que já tenham uma marca sólida e dinheiro para investir em serviços de segurança, logística e publicidade.

Se a sua loja ainda não se consolidou, não se preocupe: você pode aproveitar a estrutura de e-commerces maiores por meio do marketplace, ganhar visibilidade e resultados melhores, aumentando seu público – e suas vendas!

Como falamos, o marketplace é como um grande shopping center online. O modelo oferecido por grandes lojas virtuais possibilita que parceiros anunciem e vendam seus produtos em seus sites, aproveitando sua infraestrutura, contando com sua segurança e exibindo seus itens para sua base de clientes. Além disso, alguns marketplaces oferecem soluções de logística e publicidade, reduzindo os custos gerais da operação, e, na maior parte das vezes, não há investimento inicial; normalmente, o marketplace só cobra uma comissão por venda realizada.

Qual o custo para criar e manter um e-commerce?

Manter um e-commerce no ar envolve alguns custos, como os relacionados à plataforma, os com serviços de segurança, de publicidade e gateways de pagamento, isto é, as soluções que possibilitam transações online.

A ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) estima que uma loja virtual pode levar uma média de 12 a 19 meses para cobrir seu investimento inicial e atingir o ponto de equilíbrio, isto é, pagar todos seus custos sozinha. Por isso, vale ter uma reserva financeira que segure cerca de dois anos dos gastos do seu negócio. Alguns deles incluem:

  • A plataforma que hospeda a sua loja;
  • Campanhas de marketing para conquistar clientes e ganhar visibilidade;
  • O ERP, sistema de gestão empresarial que mostra suas vendas, o estoque, e os departamentos financeiro e de logística da sua loja, entre outros.

Os marketplaces podem ser uma alternativa mais barata, porque não há investimento inicial. Você não paga nada para se cadastrar ou anunciar seus produtos, só uma comissão por venda realizada, e ainda reduz custos com meios de pagamento, segurança e publicidade, porque passa a contar com a infraestrutura, visibilidade e com a base de clientes das maiores lojas da internet.

Quem vende online recomenda

Vídeo do lojista Emerson Malvazzo, que optou pelo marketplace para suas vendas no digital.

Quem pode ter um e-commerce?

Para ter um e-commerce e vender profissionalmente pela internet, você precisa cumprir alguns requisitos: é preciso ter um CNPJ, o documento que formaliza o seu negócio, e estar apto a emitir nota fiscal, que é um direito do consumidor.

Com isso resolvido, você também pode se cadastrar e aproveitar os benefícios de fazer parte dos principais marketplaces.

E-commerce ou marketplace?

Agora que você já conhece os benefícios de cada canal de vendas, é hora de decidir qual o ideal para a sua loja. Confira na tabela a seguir:

Como vimos, o modelo de marketplace é democrático e traz muitas oportunidades para lojistas de todos os tamanhos, segmentos, experiências e objetivos. O e-commerce é ideal para lojas mais conhecidas, que tenham verba e público já estabelecido.

Quando optar por um marketplace

Começar um e-commerce próprio requer investimento. Da escolha da plataforma, passando pelas ferramentas de pagamento, além de custos com a criação de campanhas de marketing e logística, é preciso ter verba para manter a loja no ar até que as vendas comecem a trazer lucro.

O marketplace diminui gastos e encurta a distância entre a sua loja e seu público-alvo. Por serem lojas estabelecidas e com uma base de clientes grande e fidelizada, você já coloca seus produtos no ar em uma “vitrine” cheia de interessados, sem investimento inicial nenhum. Alguns marketplaces ainda oferecem soluções de publicidade, armazenamento de estoque, envio de produtos, crédito e muito mais, dividindo responsabilidades, apoiando sua operação e fazendo com que a sua loja saia na frente.

Está pronto? Então crie seu e-commerce próprio ou comece já a vender nas maiores lojas virtuais do país! 

Comece a vender nos maiores marketplaces

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