Lojas pequenas: como começar a vender na internet?

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Existe mais de uma forma das lojas pequenas começarem a vender na internet, mas listamos aqui as mais baratas e custo x benefício de cada uma

Quando as lojas pequenas tomam a decisão de começar a vender na internet elas podem notar que há mais de uma forma de fazer suas vendas online. 

Se o e-commerce parece o caminho mais natural para as vendas online acontecerem, para quem desconhece o universo digital, iniciar a tentativa por meio de uma loja virtual própria pode ser um grande desafio. O tempo necessário para subir uma loja e os custos com a contratação de plataforma, meios de pagamento, soluções de segurança e marketing acabam sendo surpresas pouco agradáveis para quem precisa de resultados rápidos e tem pouco dinheiro para investir.

É, por isso, que para as lojas pequenas, pouco conhecidas do público, muitas vezes é melhor começar as vendas digitais usando outros caminhos. Dessa forma, ela reduz o investimento, vai conhecendo mais o universo digital e como as coisas funcionam por ali, estrutura melhor a operação e sortimento, enquanto, é claro, ganha um dinheiro com isso. Futuramente fica mais fácil usar as estratégias alternativas juntas a um e-commerce próprio, pois há maior capital para investir e conhecimento para não se perder dinheiro. 

Para os donos de lojas pequenas, separamos duas alternativas ao e-commerce que podem te ajudar a vender online e, muitas vezes, com tanto ou até mais resultados que uma loja própria:

Venda por redes sociais

As redes sociais são um canal de vendas que você pode utilizar quando está começando um negócio. Elas são relativamente simples de se usar e gratuitas, por isso,podem ser uma opção para começar suas vendas.

O que vale ter mais cuidado é que como o foco principal delas é social, a utilização comercial será toda de sua responsabilidade e, por isso, é preciso redobrar a atenção ao modelo de pagamento e entrega de mercadorias para se proteger de eventuais riscos. 

Benefícios

  • Facilidade: é muito fácil de anunciar seus produtos em uma rede social, especialmente se você já utiliza uma em seu dia a dia;
  • Sem custo: você pode começar a vender gratuitamente nas redes sociais, o que é vantajoso para as lojas pequenas sem capital para investir.

Pontos de atenção

  • Segurança: as vendas nas redes sociais são um acordo entre você e o cliente e as formas de pagamento e entrega precisam ser combinados previamente. Como não há nenhuma instituição intermediando a venda, é necessário ter uma atenção maior com a segurança e riscos de fraude, já que há quase nenhum controle sobre isso, nem para você e nem para o cliente;
  • Amadorismo: quando funcionam como o principal canal de vendas digitais de uma empresa, as redes sociais podem acabar passando uma sensação de “amadorismo” e gerando desconfiança em algumas pessoas, que podem evitar comprar por estes canais;
  • Desconfiança: justamente pela falta de segurança, alguns clientes podem evitar as compras por redes sociais;
  • Marketing: embora seja possível começar sua loja gratuitamente, se você já não possui uma rede de contato interessante, será preciso desembolsar algum dinheiro com marketing para que seus produtos apareçam para as pessoas dispostas a comprá-los. Além disso, se tiver pouca familiaridade com usos profissionais da ferramenta, talvez você precise contratar profissionais para ajudar na criação dos anúncios.
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Marketplace

Os marketplaces são canais focados na venda de seus produtos, onde você pode ofertá-los dentro de um e-commerce 100% pronto e com alto tráfego em marcas tão expressivas, como, pegando apenas um exemplo, a Americanas. 

Estes canais são verdadeiros parceiros de vendas, onde você poderá cadastrar seus produtos, recebendo apoio para o processo e, em alguns canais, com acesso a treinamentos que podem te ajudar a evoluir seus conhecimentos de mercado e vendas, aplicando as melhores estratégias em seu negócio. 

Ele também não possui custo inicial, e sim apenas uma comissão sobre o valor total da transação fechada por ali, ou seja, sobre o pedido. Mas é preciso ficar atento a isso na hora de precificar seus produtos.

Benefícios:

  • Facilidade: assim como as redes sociais, os marketplaces são uma forma mais fácil das lojas pequenas começarem a vender online. Ele pode implicar em um entendimento inicial no uso da plataforma, mas que é rápido de ser aprendido e ainda mais rápido de ser executado;
  • Profissionalização: ao contrário das redes sociais onde não há tanta segurança sobre as vendas, os marketplaces são uma plataforma profissional. As vendas são controladas pelos canais que, em geral, são compostos de marcas reconhecidas pelo consumidor. Por isso, passam maior confiança para os clientes;
  • Credibilidade: mesmo sem sua loja ser muito conhecida, ela pode ser beneficiada com a credibilidade que os marketplaces já possuem no sistema de parceria;
  • Tráfego: os marketplaces são e-commerces muito relevantes e, por isso mesmo, costumam receber um grande números de visitas mensalmente. Com esse acesso elevado, é muito provável encontrar um cliente que se interesse pelo item que você vende, seja ele qual for;
  • Tudo incluso: assim como em um e-commerce próprio, você tem acesso a soluções como segurança ou meios de pagamento parcelado, mas direto na comissão. 

Benefícios em alguns canais:

  • Auxílio para operacionalizar vendas: talvez uma das maiores vantagens dos marketplaces seja essa. Em alguns destes canais, sua loja terá acesso a treinamentos de vendas e insights de especialistas para organizar seu negócio e aproveitar oportunidades;
  • Opção de segmentar vendas por local: canais como o B2W Marketplace, detentor das marcas: Americanas, Submarino e Shoptime, por exemplo, possuem alguns recursos que ajudam bastante as lojas pequenas. Uma dessas soluções é o “Apoie o comércio local”, para incentivar compras em lojas de seus parceiros menores. Outra delas é o “Venda na Vizinhança”, onde os lojistas podem habilitar uma função para vender próximo de suas casas e serem encontrados por vizinhos, na busca pelo CEP.

Pontos de atenção:

  • Falta de autonomia sobre a plataforma: embora as lojas tenham total autonomia sobre seu próprio negócio, como a configuração da loja, oferta, preço e frete, o site em si obedece ao visual da marca parceira. Você pode modificar qualquer coisa em suas próprias ofertas, mas a estrutura é gerida pelo marketplace.
  • Concorrentes: como em qualquer modelo de venda, os concorrentes também existem nos marketplaces, mas os que vendem itens idênticos aos seus irão dividir a mesma página que você. Não é muito diferente de um comparador de ofertas que o cliente pudesse acessar de outra forma, por isso, se você tiver atenção a fatores como competitividade de preço, frete, prazo e boa reputação com seus clientes, será fácil de contornar qualquer competidor.
  • Comissão sobre vendas: assim como as redes sociais, não há nenhum custo para começar a vender. Mas se nas redes sociais você precisa pagar pelo marketing, nos marketplaces você paga uma comissão por todo o serviço envolvido (plataforma, marketing, meios de pagamento, segurança). O lado bom é que você só paga esse valor sobre o que, de fato, vendeu ali no site.

Comece já a vender seus produtos nos sites Americanas, Submarino e Shoptime. Cadastre-se aqui e seja nosso parceiro!

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